Porto é ponto de tensão

Em março, Eduardo Campos travou um duelo com o governo sobre a MP dos Portos, que segundo ele tiraria autonomia do governo pernambucano. Diante da ameaça de greve dos portuários, o governo federal passou a monitorar Suape via Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Esse monitoramento causou atrito político num momento em que Campos já articulava a saída do PSB da base aliada da presidente Dilma Rousseff. Em setembro, às vésperas do rompimento, os governos federal e de Pernambuco travaram uma disputa sobre o pagamento de uma dívida de R$ 150 milhões à empresa que toca uma obra no porto. As duas partes trocam acusações de calote e mau uso de dinheiro público. A questão ainda está em aberto.

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