Por ano, antiga sede do Dops recebe 70 mil visitantes

O Memorial da Resistência, na antiga sede do Dops, no bairro da Luz, centro de São Paulo, recebe 70 mil visitantes por ano, segundo sua coordenadora, Kátia Filipini. No ano passado, mais de um terço deles - 24 mil - eram estudantes em visitas educativas, com a presença de orientadores do centro cultural.

O Estado de S.Paulo

18 de agosto de 2013 | 02h14

Inaugurado em 2008, o memorial preserva algumas das celas por onde passaram centenas de presos políticos. Ali atuou o delegado Sérgio Paranhos Fleury, um dos mais violentos agentes da repressão na ditadura. Foi um dos articuladores da operação que resultou na morte de Carlos Marighella, militante da organização de esquerda Aliança Libertadora Nacional (ALN) e defensor da guerrilha urbana.

O projeto foi uma parceria entre os governos federal e estadual, atendendo a pedidos de ex-presos, articulados em torno do Núcleo de Preservação da Memória Política. É o mesmo grupo que procura articular agora a Rota da Ditadura. / R.A.

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