Popularidade baixa afeta também as alianças estaduais

Além das ameaças no quadro nacional, a queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff tende a consolidar uma divisão ainda maior entre os aliados também nas eleições estaduais. Nos principais colégios eleitorais começa a se desenhar um cenário de multiplicidade de candidaturas da base aliada.

O Estado de S.Paulo

07 de julho de 2013 | 02h07

Em São Paulo, o PT tenta definir seu candidato entre os ministros Alexandre Padilha (Saúde), José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Educação) e o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho. O PMDB entende como cada vez mais concreta a candidatura de Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), enquanto o presidente nacional do PSD, o ex-prefeito Gilberto Kassab, já anunciou o desejo de concorrer.

No Rio de Janeiro já é praticamente certo que PT e PMDB estarão em lados opostos. O senador Lindbergh Farias (PT) não abre mão da candidatura, enquanto o PMDB aposta no vice Luiz Fernando Pezão para suceder ao governador Sérgio Cabral. O líder do PR na Câmara, Anthony Garotinho (RJ), pode tentar voltar ao governo. Há também dificuldades em Minas, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná. / E.B. e D.C.

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