Policial afirma que pode ser vítima de vírus

O Ministério da Justiça sustenta que o delegado Luiz Carlos de Carvalho Cruz, número 2 da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, será exonerado para fazer um curso de aperfeiçoamento. A assessoria da pasta explicou que o policial é delegado de classe 1 e, para ascender à classe especial, terá de passar por capacitação que dificultaria suas atividades na Diretoria de Operações. O curso, online, dura cerca de seis meses; diversos policiais federais o fazem, sem se afastar de suas funções.

BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

07 de março de 2013 | 02h12

Ao Estado Cruz informou ter passado um antivírus em seu e-mail e que enviaria um alerta às autoridades que receberam a proposta de adesão ao esquema da pirâmide. "Sou vítima disso aí", alegou. "Não sei nem se eu mandei (o e-mail). Posso até ter repassado ou alguém botou meu nome ali. Tem de ver isso".

Embora se trate de um golpe coletivo, Cruz disse que não pedirá investigação por se tratar de uma questão privada e por causa do excesso de atividades na condução da Diretoria de Operações. "Estou com uma porrada de coisas para fazer. Tenho filho para cuidar", explicou. / F.F.

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