Pedido de suspensão do processo de Paulo Roberto Costa foi feito em abril, afirma STF

Supremo inicialmente informou que solicitação havia sido feita nesta segunda

Caio Junqueira, O Estado de S. Paulo

20 de outubro de 2014 | 19h26

Alterado em 21.10

Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) corrigiu na noite desta segunda-feira, 20, informação divulgada horas antes, de que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa havia apresentado um pedido para suspensão dos inquéritos e processos relacionados à Operação Lava Jato. Atualmente, o caso tramita na Justiça Federal no Paraná.

Na verdade, segundo a assessoria de imprensa do tribunal, houve um erro na divulgação da informação. Paulo Roberto Costa tinha solicitado a paralisação do caso em abril e não agora. O fato novo foi um ofício do ministro do STF Luís Roberto Barroso pedindo informações ao colega Teori Zavascki sobre um pedido da CPI para ter acesso a documentos da delação premiada feita pelo ex-diretor da Petrobrás.

Antes, a assessoria de imprensa do Supremo havia dito que Costa queria suspender a tramitação dos inquéritos e processos e também a prisão. Atualmente, ele está em prisão domiciliar, usando uma tornozeleira eletrônica.

O benefício foi obtido após o ex-diretor da Petrobras ter feito um acordo de delação premiada com as autoridades que investigam as suspeitas de lavagem de dinheiro. O acordo foi homologado pelo Supremo.

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