Paulista quase ficou sem festa

A Avenida Paulista quase ficou sem festa de réveillon em 2004, ano em que a então prefeita Marta Suplicy (PT) perdeu a disputa para o tucano José Serra. E, como vai ocorrer agora em Fortaleza, coube ao governo estadual aliado do prefeito eleito assumir para si a organização do evento.

O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2012 | 02h11

A diferença do que ocorreu oito anos atrás é que a Prefeitura paulistana anunciou com um mês de antecedência que não organizaria a festa na Paulista. Além de apontar a falta de um patrocinador privado, a gestão Marta alegou que não poderia responder por um evento que, por avançar nas primeiras horas do ano-novo, ultrapassaria o tempo de mandato da prefeita.

A gestão do então governador Geraldo Alckmin (PSDB) assumiu a promoção do réveillon - seria um mau início da primeira gestão tucana na Prefeitura o cancelamento da festa, realizada pela primeira vez sete anos antes.

Em cerca de duas semanas, o governo estadual conseguiu um patrocinador privado para bancar o custo do réveillon, estimado na época em R$ 2,5 milhões. Mas o próprio Alckmin, segundo integrantes da equipe que organizou a festa, temia que não houvesse tempo hábil e que o evento pudesse ser um fiasco. A festa teve público de 2 milhões de pessoas, que viram no palco artistas como Demônios da Garoa, Detonautas e Alexandre Pires. E também Serra e Alckmin.

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