Partidos vão seguir lei defendida pela sociedade, afirmam parlamentares

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse ontem que, com a validação da Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano, os partidos vão ter de se adequar. "A Lei da Ficha Limpa veio para ficar", disse.

RICARDO BRITO / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

17 de fevereiro de 2012 | 03h04

Para o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), apesar de considerar a decisão "uma vitória da sociedade", ela é apenas um "começo" para moralizar os costumes políticos. "Temos que adotar outros mecanismos para completar tais mudanças", disse. Como exemplo, o líder tucano defende que o Judiciário adote um rito mais rápido para julgar as ações que podem acarretar novos fichas-sujas.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Alexandre Camanho, afirmou em nota que o Supremo Tribunal Federal (STF) atendeu às demandas da sociedade. "Está na hora de o velho dar lugar ao novo, de os líderes corruptos deixarem o poder e de a sociedade consagrar aqueles que possam escrever uma história diferente, baseada em princípios éticos", disse.

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