Partido nega ter arcado com custo de advogados

A assessoria de imprensa da direção nacional do PT disse ontem que o partido não pagou nenhum honorário dos advogados do publicitário Marcos Valério, na defesa durante o processo do mensalão. "O PT informa que o partido não pagou honorários aos advogados de Marcos Valério", disse o partido em nota.

O Estado de S.Paulo

11 de dezembro de 2012 | 02h07

Marinho. Por nota, o atual prefeito reeleito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, nega ter beneficiado algum banco. "Como presidente da CUT, Luiz Marinho participou ativamente da instituição do empréstimo consignado no País", diz a nota. "Na época, preocupado com a elevada taxa de juros para empréstimos pessoais cobrada pelos bancos, o então presidente da CUT propôs ao presidente a criação de um instrumento que permitisse o desconto direto na folha de pagamento dos trabalhadores. Os bancos alegavam que a taxa era alta em razão do alto índice de inadimplência. O então presidente aprovou a proposta e pediu que Marinho a encaminhasse ao ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e assim surgiu o empréstimo consignado."

A nota continua: "Quando a proposta virou lei, Marinho, como presidente da CUT, procurou diretamente um conjunto de bancos entre eles BMG, Santander, BB, Bradesco, entre outros, para garantir a implementação do empréstimo consignado com melhores taxas (os juros caíram para 2,7% ao mês, ou 37,6% ao ano). Essa foi a participação de Marinho no processo que culminou com a MP 130".

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