Para ter cargos na Câmara, PSD aciona Supremo

O PSD entrou ontem no Supremo Tribunal Federal (STF) com um mandado de segurança contra a decisão do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que negou, ao novo partido, o direito de participar da distribuição das vagas de titulares e suplentes nas comissões da Casa.

RICARDO BRITO / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

28 de fevereiro de 2012 | 03h05

A defesa do PSD pediu uma liminar para suspender a reunião, marcada para amanhã, em que se decidirá a escolha dos presidentes de comissões permanentes e temporárias da Câmara. O pedido foi distribuído para o ministro Carlos Ayres Britto.

Os advogados do partido argumentaram que têm direito a pleitear as vagas nas comissões por terem 55 deputados federais. Eles questionam a decisão de Maia de ter "desprezado" o tamanho da bancada do PSD para efeito de distribuição das cadeiras nos colegiados. O principal advogado do PSD, Admar Gonzaga, disse que não respeitar a proporcionalidade do PSD é tratá-lo como "partido de segunda categoria" e o DEM, a legenda que mais perdeu parlamentares para a nova sigla, como um superpartido.

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