Para PT, decisão é 'boa para o regime democrático'

Partido que liderou o pedido de reconsideração da instrução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PT alega que a norma de março passado do tribunal, que impedia a candidatura dos chamados contas-sujas, não poderia valer para as eleições deste ano.

O Estado de S.Paulo

29 de junho de 2012 | 03h01

"A regra eleitoral tem que ser com um ano de antecedência. Você não pode fazer uma regra com o jogo já em curso", argumentou o deputado federal André Vargas, secretário nacional de comunicação do PT. "Qualquer regra eleitoral com menos de um ano de antecedência não deve valer para aquele ano."

Para Vargas, a decisão do TSE, confirmada ontem com o voto do ministro Antonio Dias Toffolli, "é boa para a democracia e para a estabilidade do regime democrático". O dirigente petista argumenta também que "o sistema de contabilização das campanhas ainda é muito complexo".

"Não se trata sempre de atos de corrupção, se trata de problemas, muitas vezes, de atos contábeis", destacou. "Por isso vemos (a decisão) com satisfação sim."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.