Para Metrô, acusações não são confiáveis

Procurado, o Metrô afirmou que as acusações "vieram de um documento apócrifo, não assinado, cuja autoria foi atribuída a uma pessoa que não a admite e aponta nelas distorções".

O Estado de S.Paulo

23 de novembro de 2013 | 02h15

Sob pressão, Everton Rheinheimer afirmou ontem, por meio de nota, que as informações do relatório "foram distorcidas e não condizem com a realidade".

A Siemens afirmou que "todas as investigações atuais referentes ao setor metroferroviário têm como fonte a denúncia da Siemens que, em suas investigações internas desde 2008, não encontrou evidências de corrupção", mas não comentou a acusação sobre os contratos atuais.

O advogado de Ronaldo Moriyama, José Luis Oliveira Lima, disse que "as acusações são levianas e desprovidas de qualquer plausibilidade". "Ronaldo Moriyama jamais teve esse tipo de diálogo com o sr. Everton. As medidas cabíveis serão tomadas."

A Alstom, que integrou um consórcio com a Siemens em um dos lotes, sustentou que "está colaborando com as autoridades e não informará mais detalhes devido ao sigilo dos mesmos". A Bombardier negou "qualquer relação com a empresa MGE".

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