Para Mercadante, queda em pesquisa é 'oscilação'

Ministro diz que já estão 'superados' os fatores que prejudicaram a avaliação da presidente no último Datafolha

ANDREI NETTO, ENVIADO ESPECIAL / LISBOA, O Estado de S.Paulo

10 Junho 2013 | 02h07

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, minimizou ontem, em Lisboa, a queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff. Segundo pesquisa realizada pelo instituto Datafolha, a avaliação positiva de sua gestão está em 57%, em queda de oito pontos porcentuais em relação ao levantamento anterior, de março.

Para o ministro, o recuo se deve a uma "oscilação normal" causada por fatores como a inflação dos alimentos, o "incidente" com o Bolsa Família e a seca no Nordeste. "A pesquisa mantém a presidenta no melhor patamar de apoio popular de intenções de voto para 2014, quando se compara com qualquer outro presidente com dois anos e meio de governo", disse Mercadante, que acompanha Dilma em visita a Portugal.

De acordo com o Datafolha, Dilma tem 51% das intenções de voto - em queda de sete pontos - para as eleições de 2014.

De acordo com o ministro, os problemas que teriam causado a "oscilação" já teriam sido "superados". "O primeiro deles foi a inflação dos alimentos, do tomate, que é um episódio totalmente superado", lembrou, destacando a perspectiva de uma supersafra agrícola, "a maior da história do Brasil". Mercadante mencionou em segundo lugar o "um incidente com o Bolsa Família, da Caixa Economia Federal", "também totalmente superado". Por fim, lembrou a falta de chuvas no Nordeste. "A presidente tem um plano específico para amenizar a seca", garantiu.

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