Para deputado, ex-assessora teve 'papel secundário'

O secretário de Comunicação do PT, deputado André Vargas (PR), disse ontem que Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, teve papel "absolutamente secundário" no esquema de venda de pareceres desbaratado pela Operação Porto Seguro. A declaração foi dada em reunião do Diretório Nacional do partido em Brasília, antes de a Polícia Federal indiciar Rose por formação de quadrilha - inicialmente, ela havia sido indiciada por corrupção e tráfico de influência.

O Estado de S.Paulo

08 de dezembro de 2012 | 02h02

"Está muito nítido, com o que se tem até então, que a própria Rosemary tem papel absolutamente secundário", afirmou Vargas. A operação, segundo o deputado, não foi tratada no encontro. Vargas disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não pode ser responsabilizado por atos de Rose. Foi Lula quem a nomeou para o cargo - mantida por Dilma Rousseff, ela só foi exonerada após a operação da PF. Vargas negou que Rose tenha pedido proteção ao PT, como chegou a ser noticiado. / RICARDO BRITO

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