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Para Campos, Santander não deveria ter personificado crítica

Candidato do PSB à Presidência afirma que analise do banco estava correta, mas que não precisava citar o nome da presidente na crítica

DAIENE CARDOSO, Agência Estado

28 de julho de 2014 | 20h42

O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, comentou nesta segunda-feira, 28, a carta enviada pelo banco Santander a correntistas de alta renda sugerindo que a reeleição da presidente Dilma Rousseff levaria a uma piora da economia. "A análise do cenário econômico feita pelo banco foi correta, mas o documento não deveria ter personificado a crítica", disse Campos.

Mais cedo, o candidato do PSDB Aécio Neves ironizou a postura do PT e do governo da adversária. "O que o Santander fez foi explicitar o cenário atual da economia brasileira. Não adianta cobrar demissões porque teriam de demitir praticamente todos os analistas de todas as instituições financeiras", afirmou.

Em sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo, portal UOL, SBT e rádio Jovem Pan, Dilma considerou "muito perigoso" especular em situações eleitorais e disse que é "inadmissível" qualquer interferência nesse sentido. Perguntada se o Santander havia feito essa interferência, respondeu: "A pessoa que escreveu a mensagem (do Santander) fez isso, sim, e é lamentável e inadmissível".

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