Para Campos, pesquisa mostra Dilma 'em queda'

Sem registrar crescimento em sondagens de intenção de voto, candidato do PSB à Presidência atribui resultado ao fato de ser pouco conhecido pelo eleitorado

Isadora Peron e José Roberto Castro, O Estado de S. Paulo

18 de julho de 2014 | 13h29

São Paulo - O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, relativizou nesta sexta-feira, 18, o fato de ter estacionado nas pesquisas de intenção de voto. Segundo Campos, isso acontece porque ele ainda é desconhecido da população.

Pesquisa Datafolha divulgada nessa quinta, 17, apontou que o candidato do PSB tem 8% das intenções de voto, contra 36% da presidente Dilma Rousseff (PT) e 20% do senador Aécio Neves (PSDB). No levantamento anterior, o ex-governador tinha 9%, a petista, 38% e o tucano, 20%.

"O resultado mostra a candidata do governo (Dilma Rousseff do PT) em queda, o candidato da oposição clássica (Aécio Neves do PSDB) parado e a gente sem ainda apresentar a curva de crescimento por conta do desconhecimento", disse.

Para Campos, por ser o candidato menos conhecido entre os três, ele é o que apresenta o maior "potencial de crescimento". "Nós temos tranquilidade que ainda vamos crescer muito", afirmou.

Campos fez caminhada nesta sexta por três cidades da região metropolitana de São Paulo. Por onde passava, era pouco reconhecido e abordado. Depois de ouvir o nome de Campos, um senhor de Taboão da Serra perguntou se ele era o "Aécio Campos".

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