Para Astra, estatal fazia 'besteiras' e gasto 'extravagante'

Em suas avaliações sobre os executivos da Petrobrás, dirigentes belgas da Astra Oil diziam que eles cometiam "besteiras", faziam gastos "extravagantes" e demoravam "dez vezes mais" que o ideal para tomar decisões. As mensagens estão em e-mails trocados, em novembro de 2007, entre o presidente da Astra, Mike Winget, o diretor Terry Hammer e outros membros da direção da Astra.

O Estado de S.Paulo

01 de abril de 2014 | 02h03

Nessas conversas, reveladas pelo jornal Folha de S.Paulo na semana passada, Winget diz em um dos e-mails: "Vamos presumir o pior cenário (...) continuar nessa bagunça por mais um ano". E também comentava a disposição da Petrobrás de comprar a segunda metade da refinaria: "Não ficaria surpreso se a Petrobrás já tivesse se dado conta de que a refinaria não vale os US$ 650 milhões que eles sinalizaram". A oferta oficial foi maior: de US$ 700 milhões.

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