Para advogados, indiciamento é 'precipitado'

O criminalista Claudio Pimentel, que defende Wagner Rossi, disse que recebeu "com muita surpresa" a informação sobre o indiciamento do ex-ministro. "Respeito a decisão, mas acho o indiciamento totalmente precipitado. O ministro sequer foi ouvido", disse Pimentel. "Vamos comparecer ao depoimento e dar todas as explicações." Ele avalia como "açodado" o enquadramento por quadrilha, peculato e fraude à licitação. "O ministro é citado apenas duas vezes por duas testemunhas inconfiáveis."

O Estado de S.Paulo

31 de outubro de 2011 | 03h06

O criminalista José Luís de Oliveira Lima, que defende Milton Ortolan, reagiu categoricamente. "É inaceitável tomar conhecimento desse despacho de indiciamento pela imprensa. Acho estranho que a autoridade determine o indiciamento sem sequer ter ouvido as explicações do meu cliente."

Júlio Fróes não foi localizado.

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