Pagamento criou polêmica

Desde que o Coaf identificou 3,4 mil movimentações financeiras atípicas nas contas de membros do Judiciário, o Conselho Nacional da Justiça (CNJ) começou uma investigação que despertou polêmica entre os juízes. O órgão apura o pagamento retroativo referente a auxílio-moradia que era pago a deputados, e que foi estendida a magistrados de todo o País. No TJ-SP, 17 desembargadores receberam pagamentos individuais de uma só vez. Na maioria dos tribunais, o pagamento foi dividido em várias parcelas.

O Estado de S.Paulo

06 de janeiro de 2012 | 03h09

Em 19 de dezembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski suspendeu investigações do CNJ em 22 tribunais do País. Uma das apurações atingidas foi justamente essa questão do TJ-SP.

A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, abriu uma crise no Judiciário em setembro ao declarar que havia "bandidos de toga". Na ocasião, o presidente do Conselho Nacional, ministro Cezar Peluso, emitiu nota de repúdio e chamou de "leviana" a declaração de Eliana Calmon.

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