Paes vai discutir alianças com PDT, PT e PCdoB no Rio

'Hoje vai ser um dia de muitas conversas', disse o candidato do PMDB ao segundo turno na cidade

Agência Brasil

06 de outubro de 2008 | 17h57

Um dia depois de ter sido o candidato à prefeitura do Rio de Janeiro mais votado no primeiro turno, com 31,98% dos votos válidos, Eduardo Paes (PMDB) afirmou que começa ainda nesta segunda-feira, 6, a costurar alianças políticas com outros partidos com o objetivo de vencer o segundo turno. Eduardo Paes disse que espera conversar com lideranças do PDT, do PT e também do PCdoB. Veja Também:Especial: Perfil dos candidatos   Tire suas dúvidas sobre as eleições  "Hoje vai ser um dia de muitas conversas. Eu acho que esse é um papel importante do prefeito da cidade conseguir construir um arco de alianças de vários partidos que permita esse trabalho de reconstrução da nossa cidade", afirmou Paes em entrevista à Rádio Nacional do Rio de Janeiro.  Entre os principais desafios a serem enfrentados pela nova gestão, o candidato do PMDB destacou, se for eleito, uma das prioridades serão as ações para combater o avanço da favelização. De acordo com Paes, no entanto, as comunidades já existentes vão receber projetos de urbanização e instalação de serviços públicos como creches, escolas e postos de saúde. Ele também destacou o papel da prefeitura nas questões relativas à segurança pública. Paes acredita que o governo municipal pode contribuir para a redução da criminalidade, trabalhando para manter em bom estado a iluminação das vias da cidade, conservar os espaços públicos e prestar serviços específicos às comunidades carentes. Em entrevista coletiva, concedida na noite de domingo, 5, logo após a confirmação de sua liderança no primeiro turno, Paes descartou para o segundo turno o apoio do atual prefeito, César Maia, destacando que sua candidatura representa o fim do isolamento político da prefeitura do Rio. Ele também salientou que sua candidatura possibilitará parcerias entre os governos municipal, estadual e federal.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.