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Padilha chama proposta de Skaf de 'ridícula'

Após ser criticado por ter perdido espaço para o PMDB no Estado, candidato petista parte para a ofensiva contra peemedebista

O Estado de S. Paulo

11 de setembro de 2014 | 16h22


São Paulo - O candidato ao governo, Alexandre Padilha (PT), ampliou suas ofensivas nesta quinta-feira, 11, contra o candidato do PMDB, Paulo Skaf. O petista, que foi criticado por ter dado espaço ao peemedebista no campo do PT, disse que "é ridícula" a proposta de Skaf de criar a "secretaria do povo". 

"Quem só representou os ricos, não é no mês da eleição que vai começar a sentir as dores e representar os mais pobres. A maior prova disso é essa proposta ridícula que ele apresentou de criar uma secretaria do povo", disse, após visitar uma fábrica de vidros em São Bernardo do Campos. "Ele tentou atender o povo falando que vai criar uma secretaria do povo. A minha diferença é que eu sou o governador do povo", disse. 

No programa eleitoral de quarta à noite, Skaf aparece de camiseta em uma favela e promete criar a secretaria especial do povo, que tem objetivo de aproximar as prefeituras do governo, para atender as necessidades dos municípios.

Padilha ironizou ainda o fato de Skaf ter errado cobranças de pênalti em visita a uma comunidade. "Ele, que só jogou futebol em grama sintética de futebol society, não acerta um pênalti quando é no campo da periferia", disse.

Padilha também manteve sua linha de atacar o atual governador Geraldo Alckmin (PSDB). Ele criticou a proposta de desconto de cartão bom feita esta semana pelo governador e disse que é uma "promoção eleitoral". "Ele fez uma promoção eleitoral no mês de setembro com o cartão bom. Não é o desconto do bilhete único metropolitano que nós estamos propondo, não tem integração", disse. "Mais uma vez ele tentou copiar, mas a cópia ficou muito abaixo do original", afirmou.

O petista disse ainda que o governador vive no mundo da propaganda e usou a crise hídrica vivida no Estado para ampliar suas críticas. "A ONU esta semana decretou que São Pedro é inocente, porque ele (Alckmin) botava a culpa em São Pedro", disse.

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