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Oposição tenta criar CPI para investigar Cabral

Os pré-candidatos da oposição à Prefeitura do Rio começaram a trabalhar para prolongar o desgaste do governador Sérgio Cabral (PMDB), causado pela divulgação de fotos e vídeos de viagens luxuosas ao lado do empresário Fernando Cavendish, dono da construtora Delta. Aliado e companheiro de partido de Cabral, o prefeito Eduardo Paes disputará a reeleição em aliança com pelo menos 15 partidos.

LUCIANA NUNES LEAL / RIO, O Estado de S.Paulo

03 de maio de 2012 | 03h06

Desde ontem o futuro candidato do PSOL a prefeito, deputado estadual Marcelo Freixo, e a pré-candidata a vice-prefeita Clarissa Garotinho (PR) colhem assinaturas para a criação de CPI na Assembleia Legislativa. No início da noite, cada um tinha 14 das 24 adesões necessárias. "Estou cumprindo minha obrigação. Se não tivesse eleição, eu faria exatamente a mesma coisa. Está claro que há fortes indícios de quebra de decoro, de improbidade, de corrupção", afirmou.

Desde sexta-feira, o deputado e ex-governador Anthony Garotinho (PR) divulga imagens de jantares e passeios de Cabral e Cavendish na França, em 2009, acompanhado de suas mulheres e do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes. Garotinho é pai de Clarissa, candidata a vice na chapa de Rodrigo Maia (DEM). A deputada quer uma CPI para investigar as viagens de Cabral. Garotinho tem dito que o material divulgado no blog é "aperitivo" perto do que pretende levar à CPI do Cachoeira.

Embora PMDB, PT e outros partidos governistas tenham maioria para derrubar a convocação do governador, a oposição insiste que a Delta está no centro das investigações e a relação de Cabral com Cavendish não pode ser ignorada.

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