Operação Lava Rápido

Durante cerca de um ano, a Delegacia de Combate a Crimes Financeiros da Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República em São Paulo investigaram a ação de um grupo de empresários envolvidos em esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. A PF e a Procuradoria descobriram que os suspeitos mantinham parceria com servidoras da Fazenda, que recebiam propinas para dar sumiço em procedimentos.

O Estado de S.Paulo

16 de fevereiro de 2013 | 02h09

Elas retiravam os volumes em sacolas e mochilas. A PF comunicou a Fazenda sobre 36 processos que teriam sido desviados. A Secretaria informou que os processos podem ser integralmente restaurados, já que se encontram armazenados nos sistemas informatizados da pasta.

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