OAB cobra 'federalização' de crime em MG

A Ordem dos Advogados do Brasil e a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais reivindicam a presença da Polícia Federal nas investigações da morte do jornalista Rodrigo Neto de Faria, assassinado a tiros em 8 de março, em Ipatinga, ao deixar um bar.

ALINE RESKALLA, ESPECIAL PARA O ESTADO , BELO HORIZONTE, O Estado de S.Paulo

21 de março de 2013 | 02h13

O presidente da OAB, Marcus Vinícius Furtado, cobrou ontem da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) um acompanhamento do governo federal na apuração do crime. "Queremos dar um exemplo ao País, de que crimes desta natureza não podem ficar impunes", afirmou Maria do Rosário, que prometeu levar o assunto ao governo federal.

Furtado disse ainda que vai pedir ao ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) a presença da PF nas investigações. "O crime precisa ser apurado com todo o rigor para que não paire nenhum resquício de impunidade", afirmou o presidente da OAB.

O jornalista, que tinha 38 anos, era conhecido por fazer reportagens de denúncia envolvendo policiais e grupos de extermínio e vinha sofrendo ameaças.

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