O rumo incerto dos ex-presidenciáveis

Até aqui, a principal marca da campanha de 2014 - que já começou, independentemente do que diga o calendário oficial do TSE - é a incerteza. Os eleitores dos dois principais adversários de Dilma Rousseff nas eleições de 2010 só saberão nesta semana se terão a oportunidade de repetir o voto no ano que vem. Marina Silva quer um partido, e o partido de José Serra não o quer - o que deixa em aberto a possibilidade de uma troca de legenda até o próximo dia 5.

CENÁRIO: Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo

29 de setembro de 2013 | 02h09

Segundo o Ibope, o contingente que manifesta preferência por Serra ou Marina chega a 28% do eleitorado - quase 40 milhões de pessoas. Quando o ex-governador de São Paulo não é incluído no páreo, seu eleitorado migra para Aécio Neves, o tucano da vez contra o PT.

Mais difícil é prever o rumo dos simpatizantes de Marina, se a Rede Sustentabilidade não vingar ou se a candidata rasgar o discurso ao aderir a um partido de aluguel. Com a devida discrição, Dilma comemorará qualquer um desses desfechos.

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