No rádio, Marta volta a destacar apoio do presidente Lula

'Grande estrela e apoio mais entusiasmado foi mesmo do presidente Lula', afirmou o locutor da propaganda

Bianca Pinto Lima e Andréia Sadi, do estadao.com.b,

22 de setembro de 2008 | 16h05

A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, aproveitou o horário eleitoral do rádio na tarde desta segunda-feira, 22, para destacar o apoio do presidente Lula à sua campanha. "Já na reta final, a campanha da Marta ganhou mais força neste sábado, em grande comício nas vilas Brasilândia e Nova Cachoeirinha. Muito feliz, a prefeita abriu o evento que reuniu cerca de 15 mil pessoas. A grande estrela e apoio mais entusiasmado foi mesmo do presidente Lula", afirmou o locutor.   Veja Também: Especial: Perfil dos candidatos  Blog: propostas dos candidatos de São Paulo na sabatina do 'Grupo Estado' Marta tem 37%; Alckmin e Kassab estão empatados, diz pesquisa Ibope: Veja números das últimas pesquisas    Desde o início da campanha eleitoral, mesmo os candidatos de oposição vem tentando colar sua imagem na do presidente, com o objetivo de aproveitar os altos índices de popularidade. Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda revelou que a aprovação do presidente disparou quase dez pontos, para 77,7%, e voltou ao patamar do primeiro ano de governo, em 2003. Na semana passada, em um claro exemplo, o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) atacou Marta na TV, mas poupou o presidente. "O Lula, tudo bem. O problema é o PT", afirmou o apresentador do spot publicitário da campanha.   Durante o comício deste sábado em São Paulo, Lula criticou indiretamente de oportunismo e hipocrisia Alckmin e o atual prefeito e candidato à reeleição Gilberto Kassab (DEM), que mesmo assim preferiram não polemizar. Kassab disse que não se sentiu atingido pelas críticas. "Lula não se referiu a nós", disse.   No horário eleitoral do rádio, os demais candidatos mantiveram o programa da parte da manhã. Alckmin responsabilizou Kassab pelo agravamento do trânsito na cidade e reconheceu os avanços feitos durante a gestão de Marta, como o Bilhete Único e os corredores de ônibus. Kassab e Marta, ao contrário, ignoraram o adversário tucano e aproveitaram o horário eleitoral para trocar ataques. O prefeito criticou a proposta da adversária de internet gratuita para toda a população. Já a petista afirmou que se trata de "fofoca absurda" a informação de que irá acabar com o programa Saúde da Família.   Paulo Maluf (PP) pediu para o eleitor levá-lo ao segundo turno e voltou a prometer a Freeway com 12 novas pistas nas marginais do Tietê e do Pinheiros sem a cobrança de pedágio. Soninha Francine (PPS) defendeu a ampliação da coleta seletiva e políticas de reciclagem: "Sou fanática pelo tema do lixo". Ciro Moura (PTC), do "Tostão contra o milhão", diz que não é "melhor nem pior que os outros, só diferente". Renato Reichmann (PMN) prometeu maior autonomia e poder às subprefeituras.   Ivan Valente (PSOL) prometeu renegociar a dívida pública de São Paulo. Edmilson Costa (PCB) defendeu a "nacionalização do petróleo e o fim da Agência Nacional do Petróleo (ANP)". Levy Fidelix (PRTB) insistiu na construção do Aerotrem. Anaí Caproni (PCO) disse "não à privatização da educação pelo governo do PT e agora DEM/PFL".

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