Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

No dia da votação, Boulos permanece em quarentena

Assessoria do candidato, que foi diagnosticado com covid-19, informou que ele 'está bem e segue sob observação médica'; Boulos apareceu na sacada de sua casa e mostrou um cartaz com os dizeres 'vamos virar'

Ricardo Galhardo e Fernanda Boldrin, O Estado de S.Paulo

29 de novembro de 2020 | 12h07

Em isolamento desde sexta-feira, quando recebeu resultado positivo de um teste para covid-19, o candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, permanecerá em casa neste domingo, 29, dia da votação do segundo turno das eleições 2020. De acordo com o que informou sua assessoria, Boulos "está bem e segue sob observação médica".

O candidato, que mora no Jardim Catanduva, Campo Limpo, passará o dia com a mulher, Natalia Szermeta, coordenadora do Movimento do Trabalhadores Sem Teto (MTST). As filhas do casal, Sofia e Laura, de 10 e 9 anos, já estavam na casa dos pais de Natalia, no mesmo bairro, antes de Boulos receber o diagnóstico. 

Tendo se destacado ao longo da campanha por sua presença nas redes sociais, Boulos não tem eventos virtuais, como lives, previstos em sua agenda para hoje. Aliados e dirigentes do PSOL devem acompanhar a votação e a apuração no comitê da campanha, no bairro de Santa Cecília.

Na manhã deste domingo, Boulos saiu na sacada, acenou para vizinhos e jornalistas que fazem plantão na porta da casa do candidato e mostrou um cartaz com a frase "vamos virar". 

Ontem à noite, depois da divulgação das pesquisas Ibope e Datafolha que mostram vantagem do adversário, o prefeito Bruno Covas (PSDB), Boulos fez uma transmissão ao vivo em suas redes sociais na qual lembrou que no primeiro turno as projeções o colocavam em empate técnico com Marcio França (PSB) e Celso Russomanno (Republicanos), mas os votos apurados lhe deram vantagem de sete pontos porcentuais sobre França e dez sobre Russomanno.

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