'Não podíamos ser aloprados', afirma deputado tucano

O deputado Walter Feldman, um dos coordenadores da campanha de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo em 2012, rechaçou a hipótese de que tivesse a intenção de fazer uso político da acusação para prejudicar Gabriel Chalita e seu aliado Fernando Haddad (PT).

O Estado de S.Paulo

27 de fevereiro de 2013 | 02h04

"Nossa participação foi levar isso ao campo da investigação, não no campo político-eleitoral. Não queríamos entrar nessa linha de fazer denúncias. Não cabe isso em campanha, como o PT fez contra nós, com os chamados aloprados. Não podíamos entrar nessa", afirmou.

Segundo o deputado, o encaminhamento de Grobman no MP foi "uma tarefa cidadã". "O ruim seria a omissão. Não fazer significa prevaricar", disse. Feldman disse também que o comando da campanha não soube do caso. "Não passamos absolutamente nada ao comando da campanha."

A assessoria de imprensa de Serra disse que o tucano não tomou conhecimento do caso.

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