'Não há ocultação que caracterize lavagem', diz defesa

"Objetivamente, a pessoa que colaborou com o esclarecimento dos fatos e forneceu a listagem das pessoas que receberam foi Marcos Valério", afirmou seu defensor, o criminalista Marcelo Leonardo. "Todos os que receberam estão identificados, não tem ocultação de nada. Nos 65 casos apontados todas as pessoas têm rosto, nome, sobrenome e identidade. Não há dissimulação que caracterize a lavagem." O Banco Rural destacou que "todos os saques foram registrados em tempo real e de acordo com legislação vigente". O criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que defende Ayanna Tenório, disse que o relator foi coerente. "Ele citou como fatos caracterizadores da lavagem os mesmos fatos que, na sua opinião, demonstrariam gestão fraudulenta. Ora, como Ayanna foi absolvida pelos demais ministros do crime de gestão, não haveria como ser condenada por lavagem. O ministro mencionou punição que teria sido aplicada a Ayanna pelo BC, mas em razão de fatos que não foram mencionados na denúncia, nada tendo a ver, pois, com o processo criminal." / FAUSTO MACEDO

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.