Morte de Campos muda radicalmente eleições, diz 'Financial Times'

Texto lembra que as pesquisas mostravam candidato como o terceiro mais forte na corrida pelo Palácio do Planalto

Fernando Nakagawa, Correspondente de O Estado de S. Paulo

13 de agosto de 2014 | 14h00

LONDRES - A morte do candidato Eduardo Campos muda "radicalmente" o cenário da disputa eleitoral pela presidência da República. A avaliação é do jornal britânico Financial Times. "A emissora de televisão Globo informou que ele morreu em um acidente, o que muda radicalmente as perspectivas para as eleições mais quentes e controversas em mais de uma década", diz o texto publicado na página do FT na internet. 

O texto lembra que as pesquisas mostravam Campos como o terceiro candidato mais forte na corrida pelo Palácio do Planalto. "Alguns analistas esperavam a formação de uma possível aliança com Aécio Neves no segundo turno em uma tentativa de vencer a presidente Dilma Rousseff", diz o texto do jornal britânico. 

O FT lembra ainda que a candidata a vice-presidente, Marina Silva, não estava a bordo do avião que caiu na cidade paulista de Santos.

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