Morte de agente foi crime comum, afirma delegado

O agente da Polícia Federal Wilton Tapajós foi vítima de uma quadrilha de roubo de carros. O policial, que trabalhou na Operação Monte Carlo, que levou à prisão do contraventor Carlos Cachoeira, foi assassinado no cemitério de Brasília por três homens que levaram seu carro, encontrado esta semana próximo à cidade de Barreiras (BA). Por ter sido um dos investigadores da Monte Carlo, havia a suspeita de que Tapajós tivesse sido morto em uma conexão com a prisão de Cachoeira. Agora, porém, a PF garante que o crime não teve essa conexão, diz o delegado Alessandro Moretti.

LISANDRA PARAGUASSU / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

16 de agosto de 2012 | 03h08

A hipótese de latrocínio estava sendo considerada, mas não era a principal. No entanto, com a descoberta do carro na Bahia, chegou-se à quadrilha, que atuava em Brasília e revendia o carro a receptadores no entorno, que então os encaminhava ao Nordeste.

Seis pessoas foram presas, além de um menor de 15 anos. São dois receptadores na BA, os três do cemitério e um receptador na cidade-satélite de Valparaíso. Os assaltantes confessaram o crime, mas não sabiam que a vítima era um policial. A PF encontrou outras pessoas assaltadas pela mesma quadrilha.

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