Ministra do STF espera que colegas mostrem salários

Após divulgar seu contracheque, que revelou um salário bruto de R$ 33 mil, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse acreditar que os outros ministros seguirão seu exemplo.

ALINE RESKALLA , ESPECIAL PARA O ESTADO, BELO HORIZONTE, O Estado de S.Paulo

26 de maio de 2012 | 03h02

"O Supremo definiu que nós e os servidores teríamos que liberar, então eu acho que no TSE o encaminhamento deverá ser o mesmo. Todos os tribunais terão que resolver diretamente com seus servidores por causa da autonomia", disse.

Segundo Cármen Lúcia, os tribunais estão trabalhando intensamente para dar pleno atendimento à nova lei. "Teremos uma nova reunião na próxima quarta para verificar como é que se vai cuidar de todos os aspectos", informou.

A ministra informou que pretende apresentar na reunião um projeto de resolução defendendo "o acesso pleno" a todas as informações. "A ideia é essa mesma. A República é pública", destacou a ministra, ontem, em Belo Horizonte, durante homenagem na PUC-Minas, onde é professora licenciada.

De acordo com a ministra, o TSE criou um Núcleo de Atendimento ao Cidadão. O novo serviço contará com um espaço físico na sede do tribunal, onde a população poderá acessar informações sobre a instituição, como determina a Lei da Transparência, e também fazer a solicitação daquelas que ainda não estão disponíveis.

"O TSE tinha uma Central de Atendimento ao Eleitor, que é diferente, para dar informações específicas do eleitor. E agora nós criamos o Núcleo de Atendimento ao Cidadão para informar sobre tudo que se passa, todos os pagamentos, tudo que acontece, enfim, para que ele tenha acesso", explicou.

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