Militares contestam ação

Militares da ativa e da reserva, informados da iniciativa do Ministério Público, contestaram ideia e afirmaram que consideram o assunto encerrado com a decisão do Supremo Tribunal Federal. "O acordo de perdão foi aprovado pelo Congresso e selado pelo STF", sustentou antoentem o general de Exército da reserva Luiz Cesário da Silveira Filho. "É mais uma tentativa de ganhar notoriedade e tumultuar o processo". "Apenas os renitentes ideológicos alimentam essa polêmica", acrescentou o general Maynard Marques de Santa Rosa. Outro general, Augusto Heleno, perguntou, pelo Twitter: "O MPF pode ignorar decisão do STF para atender à Corte Interamericana de Direitos Humanos?"

O Estado de S.Paulo

12 de março de 2012 | 03h03

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