México ficou na reclamação

Ao ser informado da espionagem da qual foi vítima quando era candidato, em 2012, o presidente do México, Enrique Peña Nieto, classificou o fato como "totalmente inaceitável". Ele, entretanto, mantém relações cordiais com Washington enquanto aguarda esclarecimentos prometidos por Barack Obama. Após a reunião do G-20, em São Petersburgo, no começo do mês, Peña Nieto pediu a Obama que "investigasse a fundo". Sua manifestação mais dura veio no dia 5: "Se eles (NSA) atuaram fora dos acordos internacionais e descumprem leis, devem receber as sanções correspondentes". O líder, na prática, não foi além de demonstrações de contrariedade.

O Estado de S.Paulo

18 de setembro de 2013 | 02h04

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