Meta das duas siglas é eleger mais vereadores

PT e PSDB desempenharão papel secundário nas eleições do Estado do Rio. Diretórios regionais dos dois partidos estabeleceram a ampliação de cadeiras nas câmaras municipais como meta principal nos pleitos de outubro.

RIO, O Estado de S.Paulo

15 de abril de 2012 | 03h04

Pela primeira vez desde a redemocratização, o PT não terá candidato à Prefeitura no Rio. O vereador Adilson Pires será vice na chapa à reeleição de Eduardo Paes (PMDB). Petistas cumprem "cota de sacrifício" por causa do projeto nacional. Pretendem passar de 70 vereadores na capital para 150.

Já o PSDB, após 12 anos, terá candidato na capital: o deputado federal Otávio Leite. O partido deve ficar sozinho na disputa, já que o DEM lançará candidato, o deputado federal Rodrigo Maia; o PPS e o novato PSD aderiam a Paes; e o PV deve lançar a deputada estadual Aspásia Camargo. O partido espera eleger 90 vereadores.

Atualmente, o PT controla oito das 92 prefeituras fluminenses; o PSDB, três cidades. / A.J.

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