MEC diz que pagamentos e contratos foram suspensos

Em nota, o ex-ministro Fernando Haddad afirmou que, ao tomar conhecimento das suspeitas sobre os contratos, por meio de reportagens, determinou, em novembro de 2011, a suspensão de pagamentos às empresas e a análise do caso pela equipe de auditoria do Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

13 de outubro de 2012 | 03h06

Segundo ele, sob seu comando, o Ministério da Educação (MEC) "agiu correta e rapidamente", e que a investigação em andamento no Tribunal de Contas da União é a "continuidade de apuração interna do Inep". Haddad informou que, quando ministro, deixou determinado que os resultados da auditoria interna do órgão fossem enviados ao tribunal e à Controladoria-Geral da União para as devidas providências.

O MEC alega ter tomado a iniciativa de instalar investigação interna tão logo foi informado de possíveis irregularidades no pregão. E que a presidência do Inep acionou os órgãos de controle e a Polícia Federal para constatar a originalidade de documentos apresentados. "Neste momento, o ministério aguarda as conclusões para tomar as medidas cabíveis", diz nota do MEC, ressaltando que os pagamentos às empresas envolvidas foram interrompidos. A suspensão só foi determinada 10 dias após as irregularidades serem divulgadas.

O Estado não localizou ontem representantes das empresas Monal, DNA e Jeta. / A.R. e F.F.

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