Matarazzo resiste a aliança com Marta em SP

Eventual chapa teria cerca de 8 minutos para dividir em inserções ao longo do dia; ideia de ser vice, no entanto, não agrada ao candidato do PSD

Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo

11 de julho de 2016 | 10h52

A polarização entre PSDB e PT no processo de formação do palanque eletrônico para a eleição municipal de São Paulo levou aliados da senadora Marta Suplicy, pré-candidata do PMDB, a tentar uma aproximação com o PSD, do vereador Andrea Matarazzo.

A ideia de unir os dois postulantes na mesma chapa conta com o aval do presidente em exercício Michel Temer com a simpatia do ministro Gilberto Kassab, fundador do PSD, e com a aprovação da senadora. Uma eventual chapa Marta-Andrea teria cerca de 8 minutos para dividir em inserções ao longo do dia.

A movimentação esbarra em Matarazzo, que não abre mão de ser candidato para ocupar um posto de vice. “Por coerência, não existe nenhuma possibilidade de eu ser vice da Marta. Fui um grande crítico do governo dela”, diz o vereador.

Com todos os grandes e médios partidos comprometidos, Marta, Andrea e o líder das pesquisas de opinião sobre a sucessão paulistana, Celso Russomanno (PRB), tentam atrair o apoio de sete legendas nanicas que ainda não se posicionaram.

São elas PSC, PT do B, PSL, PEN, PRP, PMN e PTN. Russomanno esteve próximo de fechar com PTB e SD, mas perdeu o apoio devido à insegurança jurídica de sua candidatura. O deputado decidiu antecipar sua convenção de 31 para 24 de julho.

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