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Dida Sampaio|Estadão
Dida Sampaio|Estadão

Marta provoca Russomanno ao falar que 'ficará com trabalhadores' em reformas de Temer

A candidata disse que estará ao lado do trabalhador quando as reformas previdenciária e trabalhista chegarem ao Senado

Julianna Granjeia e Pedro Venceslau, O Estado de S. Paulo

13 de setembro de 2016 | 13h14

A senadora Marta Suplicy, candidata do PMDB à Prefeitura de São Paulo, disse na manhã desta terça-feira, 13, que votará “ao lado do trabalhador” quando as reformas previdenciária e trabalhista propostas pelo governo chegarem ao Senado. Ao abordar o tema, após participar da sabatina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo, ela fez uma provocação ao deputado Celso Russomanno, candidato do PRB.

“Assim como quando Dilma enviou a sua reforma (MP 665, que dificultou o acesso ao seguro desemprego), eu votei sempre a favor do trabalhador, ao contrário de outro candidato. Eu vou continuar sempre votando a favor do trabalhador”, afirmou.

Em maio de 2015, Russomanno votou a favor da Medida Provisória na Câmara, enquanto Marta votou contra no Senado. É a primeira vez que a candidata escolhe como alvo o candidato do PRB, primeiro colocado nas pesquisas eleitorais.

Os candidatos à Prefeitura de São Paulo aliados de Temer têm evitado se posicionar sobre as mudanças promovidas pelo governo federal. Já o candidato do PT, Fernando Haddad, e a candidata do PSOL, Luiza Erundina, tentam nacionalizar a campanha dizendo que os adversários são favoráveis a mudanças que prejudicam o trabalhador, como a flexibilização da CLT e a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria.

Cracolândia. Marta detalhou sua proposta para a cracolândia durante a sabatina. Ela afirmou que usaria apenas o orçamento da Secretaria da Saúde para atender os dependentes da região em cinco centros. Esses locais teriam o apoio de entidades religiosas e seriam monitoradas pela Guarda Civil Metropolitana.

Questionada sobre a possibilidade de internação compulsória para dependentes químicos, Marta afirmou: “Isso é muito delicado, em caso de possibilidade de morte da pessoa, acredito que podemos fazer isso”.

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