Marta e Haddad são questionados por casos de corrupção envolvendo PMDB e PT

Primeiro bloco do debate promovido por Estadão, Gazeta e Twitter teve perguntas de jornalistas a candidatos à Prefeitura de São Paulo

Francisco Carlos de Assis e Cristina Canas, O Estado de S.Paulo

18 de setembro de 2016 | 19h18

A candidata a prefeita de São Paulo pelo PMDB e senadora Marta Suplicy, disse durante o primeiro bloco do debate promovido pelo Estado, Gazeta e Twitter neste domingo, 18, que deixou o PT por uma série de circunstâncias, citando o escândalo que ficou conhecido como Petrolão. "Eu não tinha nada a ver com aquilo", disse a candidata do PMDB.

Sobre sua ida para o PMDB, ela expôs seus motivos. "Eu tinha que escolher um partido forte, grande, e eu olhei, pensei e vi que não tinha um partido grande, estruturado, que me desse a possibilidade de estar ali sem ter gente investigada", disse Marta, fazendo questão de afirmar que apoia a Operação Lava Jato independente de quem a investigação atinja.

O candidato à reeleição, Fernando Haddad (PT), afirmou que está há 30 anos no partido e, dirigindo-se ao candidato e deputado federal Major Olímpio (SD), disse que faz parte da turma que não "arrega". Agradeceu ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela oportunidade de revolucionar a educação do País à frente do ministério.

O candidato do PRB, Celso Russomanno, disse ser contra a retirada de direitos trabalhistas. Afirmou também ser contra o aumento da jornada de trabalho e que sempre se manifestou favorável à jornada de 40 horas de trabalho.

Ainda no primeiro bloco do debate, Major Olímpio declarou seu apoio ao projeto da "Escola Sem Partido", o tucano João Doria (PSDB) garantiu que não reduzirá os subsídios das tarifas de transporte público municipal e Luiza Erundina (PSOL) lembrou que quando foi prefeita de São Paulo governou com minoria na Câmara porque não se dispôs a fazer concessões éticas. Se for eleita em outubro, afirmou que vai "mobilizar o apoio popular" para viabilizar sua administração.

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