Marta diz que telefonou a Alckmin para parabenizá-lo

Candidata afirma que será direção do PT quem vai negociar apoio para este 2º turno com os demais partidos

Carolina Ruhman, da Agência Estado

06 de outubro de 2008 | 14h14

A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo , Marta Suplicy, disse não estar preocupada com "cúpulas partidárias" para angariar apoio no segundo turno da eleição municipal. Ainda assim, ela relatou que telefonou a seu adversário do PSDB, Geraldo Alckmin, que ficou em terceiro lugar na disputa e fora do segundo turno. "Eu telefonei ao governador e o parabenizei pela elegância, pela ética com que ele enfrentou as adversidades", contou, ao visitar o comércio de Cidade Tiradentes, na zona leste da Capital.   Veja Também: Marta ataca Kassab e diz que vai comparar gestões no 2º turno Especial: Perfil dos candidatos em São Paulo  Galeria de fotos dos candidatos à Prefeitura   Vereador digital: Depoimentos e perfis de candidatos em São Paulo   Tire suas dúvidas sobre as eleições     Em um aceno aos eleitores do tucano, Marta aproveitou para criticar o candidato do DEM, o atual prefeito Gilberto Kassab, que venceu o primeiro turno com 33,61% dos votos válidos. Marta ficou com 32,78%. "Não adianta dizer - como disse o Kassab - que tem 80 mil vagas (nas creches) faltando. O Alckmin estava certo, é 150 mil o déficit correto", apontou.   Marta afirmou que será a direção do PT quem vai negociar apoio para este segundo turno com os demais partidos que não passaram para a nova etapa da disputa. "Eu não vou me preocupar com cúpulas partidárias, não. Eu vou em busca do eleitor e da eleitora", ressaltou. Para ela, o PT foi "o grande vitorioso dessas eleições". "Ganhamos em seis capitais e estamos na disputa em várias outras. E temos o apoio do presidente Lula", destacou.

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