Marina afirma que 'não irá terceirizar sua gestão' se eleita

Candidata do PSB diz não acreditar naqueles que terceirizam a gestão e ainda ficam se fazendo de gestores

Luciana Nunes Leal e Mariana Sallowicz, O Estado de S. Paulo

17 de setembro de 2014 | 19h39

Em reação a críticas feitas por seus adversários sobre falta de experiência, a candidata à Presidência Marina Silva (PSB) afirmou nesta quarta-feira que, caso eleita, não vai terceirizar a sua gestão. A ex-ministra citou cinco anos e meio de experiência como ministra e 16 anos no Senado.

"Quem não respeita meio ambiente, acha que isso não é experiência de gestão", disse a jornalistas no Rio. E completou: "Não acredito naqueles que terceirizam a gestão e ainda ficam se fazendo de gestores".

A ex-senadora também levantou questionamentos sobre a política ambiental da presidente Dilma Rousseff e citou a usina hidrelétrica de Balbina, no Amazonas, apontada por ambientalistas como um exemplo de empreendimento de grande prejuízo ao meio ambiente e pouca produtividade.

"A presidente Dilma que tem que explicar se vai reeditar na Amazônia investimentos como Balbina. Ela está propondo isso? Estou perguntando", afirmou.

A respeito de mudanças na lei trabalhista, disse que as conquistas dos trabalhadores devem ser respeitadas, mas não detalhou as alterações que pretende propor.

Perguntada se os ataques dos adversários prejudicam a sua campanha, afirmou que "o que está dando resultado é a consciência do cidadão" e completou: "Para marketing selvagem não há argumentos, só há o discernimento da sociedade brasileira".

No campo da cultura, afirmou que o compromisso é "ampliar progressivamente o orçamento do Ministério da Cultura". Em relação a política externa, afirmou que o seu governo pretende fortalecer o Mercosul, sem prejuízo de "interagirmos com outros blocos nacionais".

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