Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão

Marina adota tom emocional em discurso no Rio de Janeiro

Candidata do PSB acabou cancelando coletiva com a imprensa após visita a Cufa, alegando outro compromisso de campanha

Luciana Nunes Leal e Mariana Sallowicz, O Estado de S. Paulo

25 de setembro de 2014 | 18h35

A candidata do PSB à presidência, Marina Silva, adotou um tom emocional em discurso após sua visita a Central Única das Favelas (Cufa), na periferia do Rio. Para os presentes, lembrou o passado pobre no seringal do Acre e reclamou de ex-companheiros do PT que a criticam por hoje ser adversária do partido onde militou por mais de 20 anos.

"Ouvi uma pessoa dizendo que tudo que sou devo a um partido político, como se não valesse todo o meu esforço. Essa é a visão mais atrasada e velha da política", discursou Marina, lembrando que já foi vereadora, deputada, senadora e ministra.

A candidata voltou a prometer manutenção e aprimoramento dos programas sociais dos governos Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva. Marina também repetiu que é preciso reconhecer os méritos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB), pela estabilidade econômica, e Lula, pela redução da pobreza e da desigualdade.

A candidata voltou a prometer manutenção e aprimoramento dos programas sociais dos governos Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva. Marina também repetiu que é preciso reconhecer os méritos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB), pela estabilidade econômica, e Lula, pela redução da pobreza e da desigualdade.

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