Reprodução
Reprodução

Malafaia tenta 'tuitaço' contra Dilma e reação de internautas chega ao topo do Twitter

Pastor escreveu post acusando 'ativismo gay' de acabar com comemorações do dia dos pais e das mães nas escolas e dizendo que governo Dilma é 'o maior financiador deles'

Mateus Coutinho

12 de setembro de 2014 | 19h02

O pastor Silas Malafaia foi alvo de críticas em massa no Twitter ao iniciar um "tuitaço" para criticar o ativisto gay e o governo da presidente Dilma Rousseff, ao meio-dia desta sexta-feira, 12. 

Desde quinta, 11, o líder religioso vinha divulgando em seu perfil que faria a ação que, segundo ele, teria "2 posts indefensáveis". A estratégia, contudo, acabou dando errado e a #menosodiomalafaia, criticando a iniciativa, ficou entre os tópicos mais falados na rede social durante toda a tarde.

Diferente dos "tuitaços", o pastor não criou uma hashtag específica, apenas postou duas mensagens acusando o "ativismo gay" de querer acabar com as comemorações do dia dos pais e das mães nas escolas. No mesmo post, disse que o governo Dilma é o maior financiador deles (gays). A critica dos usuários da rede social à iniciativa, contudo, teve uma repercussão muito maior que o "tuitaço" de Malafaia.

Nesta sexta, por volta do meio-dia, o perfil oficial da presidente Dilma Rousseff divulgou no Facebook uma mensagem convocando a militância a reagir à ofensiva do pastor com a hashtag #menosodiomalafaia. "Vamos todos para o Twitter mostrar que o País não aceita o discurso do ódio, da homofobia e da ignorância ", dizia a mensagem.


A #menosodiomalafaia ficou a tarde toda entre os tópicos mais falados na rede social. O pastor até tentou reagir fazendo vários posts com a hashtag #roubalheiraePTtudoaver, mas não conseguiu chegar aos trending topics do Twitter.

A reportagem tentou contato com a assessoria do pastor, mas ela não atendia as ligações. A assessoria da campanha de Dilma ainda não retornou os contatos da reportagem.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.