'Mal-estar súbito' de Dilma 'não foi nada de mais', afirma médico

'Mal-estar súbito' de Dilma 'não foi nada de mais', afirma médico

Roberto Kalil Filho diz que 'jejum prolongado' deve ter provocado reação na presidente após o debate; em vídeo, petista fala a internautas que 'está pronta para mais um dia de luta'

Tânia monteiro, O Estado de S. Paulo

17 de outubro de 2014 | 10h45

Atualizado às 12h35

Brasília - O médico da presidente Dilma Rousseff, Roberto Kalil Filho, disse nesta sexta-feira (17) ao Estado que ela teve apenas um "mal-estar súbito", certamente provocado por "um jejum prolongado". "Mas não foi nada de mais. Ela nem precisou fazer avaliação médica", afirmou ele. Na quinta-feira, 16, após o debate do SBT, a presidente Dilma Rousseff sentiu-se mal enquanto dava entrevista para a emissora.

Já no final da noite, a candidata à reeleição pelo PT publicou um vídeo nas redes sociais para dizer que se sentia "muito bem" e que estava "pronta para mais um dia de luta". "Agora vou parar, comer um feijãozinho com arroz porque saco vazio não para em pé."

Kalil comentou que conversou por telefone à noite com a presidente Dilma e "ela estava muito bem". Explicou que "é natural, em qualquer pessoa" este tipo de mal-estar quando fica muito tempo sem se alimentar.

Segundo a assessoria da presidente, o clima está muito quente e seco em São Paulo e isso acabou provocando o mal-estar. A presidente teria tomado água, suco, comido uma barra de chocolate e logo se recuperou.

A agenda da presidente para esta sexta-feira, em Florianópolis e Curitiba está mantida. No final da tarde, Dilma retorna para Brasília. Amanhã cedo, tem agenda em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, e depois, carreata com prefeitos do Estado, chegando à quadra da Escola de Samba Portela. Domingo, Dilma pretende passar o dia se preparando para o debate da Rede Record, que ocorrerá às 22 horas.

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