Estadão, ALMG, Câmara, CDL e Agência Brasil
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Candidatos a prefeito de Belo Horizonte nas eleições 2020; saiba quem são

O atual prefeito, Alexandre Kalil, aparece com ampla vantagem na corrida pela prefeitura de BH, segundo pesquisa Ibope; confira lista completa de nomes na disputa

Ítalo Lo Re e Leonardo Augusto, especiais para O Estado

08 de outubro de 2020 | 15h20
Atualizado 16 de outubro de 2020 | 00h00

Nas eleições 2020, 15 candidatos a prefeito e vice-prefeito foram oficializados em Belo Horizonte. São 11 candidaturas de partido único e quatro coligações registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na disputa pela capital mineira.

Os eleitores também vão escolher vereadores neste pleito, além do mandatário da prefeitura. O primeiro turno ocorre em 15 de novembro e o segundo, se houver, em 29 de novembro.  

Alexandre Kalil (PSD), é o líder da pesquisa Ibope de intenção de voto divulgada em 2 de outubro. Com 58%, o atual prefeito aparece com ampla vantagem no levantamento. João Vitor Xavier (Cidadania) tem com 4%, Áurea Carolina (PSOL) e Bruno Engler (PRTB), 3% - os três estão tecnicamente empatados (a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos).

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Os outros concorrentes são Cabo Washington Xavier (PMB), Fabiano Cazeca (PROS), Marcelo Souza e Silva (Patriota), Nilmário Miranda (PT), Lafayette Andrada (Republicanos), Luísa Barreto (PSDB), Marília Domingues (PCO), Wadson Ribeiro (PCdoB), Wanderson Rocha (PSTU) e Wendel Mesquita (Solidariedade).

Veja abaixo os nomes que estão concorrendo à prefeitura de BH nas eleições 2020:

Alexandre Kalil (PSD)

Empresário do setor de construção civil e ex-cartola, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), vai tentar a reeleição exatamente no ano em que a capital mineira registra duas tragédias. Uma, ainda em curso em todo o País, é a pandemia do novo coronavírus. A outra, no início do ano, foram as chuvas que castigaram a cidade, matando 13 pessoas em deslizamentos de encostas e destruindo o asfalto de ruas. Uma delas, em frente ao prédio em que Kalil mora.

O prefeito foi presidente do Clube Atlético Mineiro de 30 de outubro de 2008 a 3 de dezembro de 2014. Durante seu mandato, o time teve sua maior conquista até hoje, a Taça Libertadores da América, em 2013. A empresa do setor de construção é tocada por outros membros da família. Ao longo de sua trajetória, sobretudo à frente do time de futebol, ganhou a fama de durão, mas já foi flagrado chorando em estádio durante partida difícil do clube.

O atual prefeito de Belo Horizonte está em seu primeiro mandato à frente da capital mineira. Na disputa de 2016, o empresário representou o PHS e teve como vice Paulo Lamac, da Rede. Desde junho de 2019, no entanto, Kalil faz parte do PSD.

No início do mandato, chegou a ter embate com a Câmara Municipal, o que acabou evoluindo para um relacionamento amistoso. Hoje, Kalil aprova projetos na Casa com folga. O prefeito foi eleito em 2016 com o discurso do “não sou do meio político”. Em 2013, porém, chegou a ser cogitado para disputar vaga no Senado pelo PSB. No segundo turno da disputa pela capital em 2016 bateu o deputado estadual João Leite (PSDB), apoiado pelo até então cacique da legenda, o ex-governador de Minas Gerais por duas vezes, Aécio Neves, hoje deputado federal.

Kalil é apontado como um possível candidato ao governo de Minas em 2022. Para isso, teria que deixar a prefeitura, caso seja eleito em novembro, no meio do seu segundo mandato. O vice que escolheu para sua chapa, Fuad Noman (PSD), foi seu secretário de Fazenda, e deixou o cargo para entrar na campanha. A candidatura tem apoio também do MDB, DC, PP, PV, Rede, Avante e PDT.

Kalil tem 61 anos, é casado pela segunda vez, tem três filhos e dois netos. 

Áurea Carolina (PSOL)

Uma mulher negra e compositora de rap na juventude pode se consolidar como a principal liderança do campo da esquerda na cena política da capital mineira. Aos 36 anos, a deputada federal Áurea Carolina (PSOL) é a candidata do partido à Prefeitura de Belo Horizonte. Em 2016, Áurea foi eleita vereadora da cidade com a maior votação entre os colegas, 17.420 votos. Dois anos mais tarde, teve 162.740 votos na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Áurea Carolina nasceu no Pará e se mudou para Belo Horizonte aos 3 anos de idade. Foi criada em um bairro de classe média baixa da capital, onde iniciou participação em movimentos negro, ligados à música, e que debatiam feminismo. “Foram passagens importantes para que eu me lançasse na política”, diz. Ela se graduou em Ciências Sociais na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fez especialização em gênero e igualdade na Universidade Autônoma de Barcelona.

Ao retornar ao Brasil, em 2011, durante o governo de Marcio Lacerda em Belo Horizonte, fez parte de movimentos populares de oposição ao então prefeito, como o Praia da Estação. Nele, manifestantes, na Praça da Estação, região central da capital, de sunga e biquíni, protestavam contra Lacerda. A ideia para esta forma de manifestação surgiu porque a prefeitura insistia em não ligar as fontes de água que acabavam de ser instaladas no local.

Áurea afirma que sua ascensão na carreira política ocorre por manter sintonia com os movimentos populares. “É inegável que há a consolidação de uma trajetória, que não é individual. Há outras pessoas envolvidas”, frisa. Caso eleita, a deputada afirma que uma de suas prioridades será rever a política de preços do transporte público da capital e reduzir o valor da passagem, hoje em R$ 4,50. “São contratos antigos, com longa duração, e que, até agora, ninguém teve coragem de mexer”, declara. “Protegem os empresários, e não a população.” Áurea Carolina é casada e tem um filho de sete meses.

Em junho, recebeu o apoio da professora Duda Salabert (PDT), a primeira candidata trans ao Senado brasileiro, que acabou abrindo mão da candidatura própria à prefeitura para firmar uma frente progressista. O PDT, no entanto, optou por formar aliança com Alexandre Kalil nas eleições 2020.

Do recém-criado Unidade Popular, Leonardo Péricles desistiu de ser candidato a prefeito para compor a chapa de Áurea Carolina como vice. A candidatura também recebe o apoio do PCB.

Bruno Engler (PRTB)

Em 2018, Bruno Engler foi eleito deputado estadual com o terceiro maior número de votos. Apesar de ter entrado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) pelo PSL, fez como vários outros políticos partidários do presidente Jair Bolsonaro: trocou de sigla para o PRTB, legenda do vice Hamilton Mourão. Do mesmo partido, Mário Quintão é o vice na chapa.

Engler é o nome mais ligado ao bolsonarismo a concorrer à prefeitura nas eleições 2020. Chegou a receber apoio público do presidente, durante uma entrevista à rádio Jovem Pan em abril. O deputado é também coordenador do movimento Direita Minas, que trabalha para difundir as pautas conservadoras no Estado.

Cabo Washington Xavier (PMB)

Após o PL decidir que não iria ter chapa própria para a prefeitura de Belo Horizonte, o cabo Washington Xavier lançou sua candidatura pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB). 

Presidente nacional da sigla em formação Partido da Defesa Social (PDS), o policial militar se lançou candidato a deputado federal pelo PPS em 2018. Obteve pouco mais de 1,1 mil votos válidos. 

Fabiano Cazeca (Pros)

A escolha do PROS para concorrer a prefeito de Belo Horizonte nas eleições 2020 é o empresário Fabiano Lopes Ferreira, que usa o nome Fabiano Cazeca na legenda. Nas eleições de 2018, o candidato concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo mesmo partido. Conseguiu pouco mais de 19,6 mil votos e não foi eleito. 

Dono da Multimarcas Consórcios, empresa de consórcios de automóveis, Cazeca é conselheiro do Atlético Mineiro, clube que já foi presidido pelo atual prefeito e candidato, Alexandre Kalil. Do PTC, a médica Paula Aparecida Gomes é a candidata a vice-prefeita.

João Vitor Xavier (Cidadania)

Depois de ter deixado o PSDB por discordar de algumas posturas do partido, entre as quais a aproximação com o governador Romeu Zema (Novo), o deputado estadual João Vítor Xavier se lançou como candidato à prefeitura belo-horizontina. 

O presidente estadual do Cidadania se apresenta como uma oposição de centro a Alexandre Kalil. Jornalista de formação, Xavier também é apresentador de um programa esportivo na Rádio Itatiaia. 

Em 2016, o Cidadania — ainda como PPS — fez chapa com o candidato do PSDB, João Leite, ao indicar o vice Ronaldo Gontijo. A dupla acabou derrotada por Kalil no segundo turno. 

Nas eleições 2020, o empresário Leonardo Bortoletto (DEM) é o vice na chapa de Xavier. A candidatura ainda tem o apoio dos partidos DEM, PTB, PMN, PSC, PL e PSL. 

Lafayette Andrada (Republicanos)

Outro concorrente da ala conservadora nas eleições 2020 para prefeito de Belo Horizonte é o deputado federal Lafayette Andrada, do Republicanos.

Ele foi escolhido pelo partido no lugar de Mauro Tramonte, eleito deputado estadual com maior número de votos na história de Minas Gerais em 2018. Segundo a sigla, Tramonte preferiu continuar seu mandato como deputado.

Andrada é advogado e professor de Direito e de Ciência Política, além de ser técnico licenciado do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Foi vereador em Lavras e Juiz de Fora e teve três mandatos como deputado  estadual em Minas Gerais. Marlei Rodrigues, gestora de projetos na Escola do Legislativo da ALMG e obreira na Igreja Universal, é a candidata à vice-prefeita.

Luísa Barreto (PSDB)

Concorrer à prefeitura de uma capital brasileira pode ser algo nada fácil. Disputar o cargo em uma legenda em crise e sem aliados, soa ainda mais complicado. Luisa Barreto (PSDB), aos 36 anos e em sua primeira disputa eleitoral, tem essa parede pela frente. A tucana é uma das três mulheres em um total de 16 candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte.

Luisa é formada em Políticas Públicas e Gestão Governamental e tem pós graduação em Gestão Estratégica pela Fundação João Pinheiro, uma tradicional instituição de pesquisa e ensino superior vinculada ao Estado. A candidata foi secretária adjunta de Planejamento e Gestão do atual governador, Romeu Zema (Novo).

Desde o início do mandato, o governador afirma que critérios técnicos são os únicos considerados na escola de auxiliares. Luísa é casada, tem uma filha de dois anos, um filho de quatro, e é servidora estadual de carreira. Se licenciou do cargo do cargo de servidora e deixou o posto no governo para disputar a prefeitura.

O PSDB e seus aliados governaram Minas Gerais por 12 anos, de 2003 a 2014. A legenda entrou em declínio juntamente com um dos seus então principais expoentes, o hoje deputado federal Aécio Neves, que chegou a ser eleito duas vezes governador e uma vez senador pelo estado. O parlamentar responde a processos na Justiça. Em um, sobre suspeitas de desvio de recursos para construção da Cidade Administrativa, a sede do governo de Minas, foi indiciado pela Polícia Federal. O parlamentar nega as acusações.

Tradicionais aliados dos tucanos no Estado e no país, como o DEM, o PTB e o PL, que em eleições anteriores em Belo Horizonte caminharam juntos com o PSDB, desta vez optaram por outro partido, o Cidadania, que tem o deputado estadual João Vítor Xavier como candidato. O partido ficou isolado, e lançou uma chapa pura: o vice é Juvenal Araújo, da ala do partido ligada aos movimentos negros. Ele foi secretário especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) no governo de Michel Temer. Luísa também atuou como coordenadora de campanha de Antonio Anastasia, candidato tucano derrotado ao governo do Estado em 2018 e atual senador.

Uma dupla, portanto, encarregada de dar novos ares ao partido. A candidata, apesar de todos os percalços, diz estar tranquila e afirma ter proposta sólida para transformar Belo Horizonte em uma cidade “cada vez melhor”. Sobre a ausência de coligação, Luisa acredita que a nova postura do partido prevê também abandonar práticas adotadas anteriormente. "Adotamos uma forma de diferente de fazer política e isso envolveu abrir mão do tempo de televisão", aponta. Pelas regras eleitorais, quanto mais partidos em uma coligação, dependendo do porte de cada um, maior o tempo de propaganda política no rádio e televisão.

Marcelo Souza e Silva (Patriota)

Presidente licenciado da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da capital, Marcelo Souza e Silva foi confirmado como candidato do Patriota nas eleições 2020. Leandro Moreira é o candidato a vice-prefeito.

Graduado em Ciências Contábeis e Administração, Silva tem sido um dos principais críticos da gestão de Kalil durante a pandemia do coronavírus. Ele afirma que o prefeito “fracassou” na tentativa de preservar empregos - Kalil não responde às críticas.

O setor de empresário de Belo Horizonte tem exercido forte pressão para que a reabertura de comércios ocorra. Desde 6 de agosto, a retomada de atividades vem acontecendo aos poucos. 

Em pronunciamentos, Kalil afirma que não aceita influência dos empresário e que o retorno do funcionamento é baseado em critérios científicos. 

Marília Domingues (PCO)

O Partido da Causa Operária (PCO) escolheu a estudante de Letras Marília Domingues como sua candidata à prefeitura de Belo Horizonte. 

Uma das coordenadoras nacionais da Aliança da Juventude Revolucionária (AJR), movimento da juventude do PCO, Marília teve a candidatura oficializada em convenção virtual. Silvanio Pacheco é o candidato a vice.

A estudante foi candidata à deputada federal em 2018, mas as candidaturas do PCO em Minas Gerais para Câmara dos Deputados e governo do Estado foram indeferidas naquele ano. O partido foi suspenso pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por não ter prestado contas referentes a 2015.

Nilmário Miranda (PT)

Mesmo tentando uma união da esquerda belorizontina em torno de si, o PT não conseguiu convencer os outros partidos dessa ala ideológica. Os petistas decidiram indicar Nilmário Miranda como seu candidato a prefeito de Belo Horizonte nas eleições 2020. 

Formado em Jornalismo, Miranda foi secretário especial dos Direitos Humanos durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Assumiu o mesmo cargo no governo estadual, na gestão do ex-governador Fernando Pimentel (PT).

O candidato chegou a concorrer ao governo do Estado em duas ocasiões, em 2002 e 2006, mas acabou vencido nas duas tentativas por Aécio Neves (PSDB). A microempresária Luana de Souza compõe a chapa como vice.

Rodrigo Paiva (Novo)

Pela primeira vez desde seu registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2015, o partido Novo vai às urnas disputar o comando de uma capital tendo o governador como principal cabo eleitoral. O empresário do setor de informática Rodrigo Paiva, de 56 anos, é o candidato da legenda em Belo Horizonte. Minas Gerais, único estado governado pelo Novo, é comandado por Romeu Zema.

Paiva defende o governo estadual e afirma que o fato de parte de os servidores ainda estarem recebendo salários de forma escalonada não terá impacto em sua campanha. “Estamos fazendo a coisa certa. Recebemos um Estado falido, com dívida de curto prazo no valor de R$ 39 bilhões, e dívida de longo prazo no montante de R$ 120 bilhões”, diz. Segundo Paiva, Zema será presença constante em sua campanha, em lives ou atos presenciais, que afirma preferir.

Paiva é formado em engenharia civil pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mestre na mesma área e em engenharia mecânica pelo Massachusetts Intsitute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. É casado e tem um filho. Foi candidato ao Senado nas eleições de 2018 também pelo Novo, conquistando cerca de 1 milhão de votos, dos quais 190 mil na capital mineira.

Paiva era presidente da Companhia de Tecnologia do Estado de Minas Gerais (Prodemge) na gestão Zema, e deixou o cargo para entrar na disputa. Um de seus motes de campanha será a reestruturação pública e corte de gastos, medidas que afirma ter tomado à frente da Prodemge, obtendo, segundo afirma, economia de R$ 70 milhões por ano.

A médica Patrícia Albergaria, também filiada à sigla, é a candidata a vice.

Wadson Ribeiro (PCdoB)

O presidente estadual do PCdoB em Minas, Wadson Ribeiro, vai disputar a prefeitura de Belo Horizonte pela primeira vez. A candidatura reforça a divisão dentro da esquerda. Katia Vergilio é a vice na chapa.

Ribeiro é formado em Administração Pública e já foi secretário executivo do Ministério do Esporte e secretário de Desenvolvimento Integrado de Minas. Ele também foi presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União da Juventude Socialista (UJS).

Wanderson Rocha (PSTU)

Após quatro candidaturas consecutivas da professora da rede municipal Vanessa Portugal à prefeitura de Belo Horizonte, o PSTU decidiu indicar o também professor e líder sindical Wanderson Rocha nas eleições 2020. 

Vanessa tentará uma vaga como vereadora na capital. Em 2018, o candidato e mestre em Sociologia disputou cargo de deputado estadual e obteve cerca de 2,8 mil votos. A candidata a vice-prefeita é Firmínia Rodrigues.

Wendel Mesquita (Solidariedade)

Formado em Comunicação Social e Artes Cênicas pela UFMG, o deputado estadual Wendel Mesquita é a aposta do Solidariedade para as eleições municipais em Belo Horizonte. A empresária Sandra Bini compõe a chapa como candidata à vice-prefeita.

Antes de ser eleito deputado, atuou em dois mandatos como vereador da capital mineira, o primeiro de 2013 a 2016 e o segundo entre 2017 e 2018, quando se candidatou para a Assembleia Legislativa estadual. Ele também trabalhou como professor universitário e como voluntário em cursos pré-vestibular e profissionalizantes. 

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