Líder diz que não se pode 'chamar o povo para uma ficção'

O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), disse que é "válido" o governo levar adiante a ideia do orçamento participativo, "mas que tenha execução obrigatória". Para ele, "o que não se pode é querer chamar o povo para fazer parte de uma peça de ficção".

Eduardo Bresciani, O Estado de S.Paulo

15 de julho de 2013 | 02h06

"O nosso debate no Congresso é sobre 1% do total, só sobre as emendas. Se o governo quer ampliar e incluir a participação popular, acho válido".

A principal queixa dos parlamentares, hoje, é que o governo toma a liberdade de manejar recursos ignorando as previsões orçamentárias, valendo-se de contingenciamentos, remanejamentos e créditos extras. Assim, faz a execução desobedecendo o que foi descrito na lei. O governo "precisa estar atento porque isso pode se transformar em um tiro no pé", avalia o líder peemedebista.

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