Justiça solta Dadá, mas mantém Cachoeira preso

Tido como braço direito do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, convenceu a Justiça a soltá-lo. Desembargadores do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região concederam-lhe ontem habeas corpus, porém sob algumas condições, como comparecer na Justiça sempre que necessário, além da proibição de manter contato com pessoas e empresas suspeitas de envolvimento no esquema. Ele também terá de pedir autorização judicial caso viaje. Cachoeira deve continuar preso, conforme o TRF.

O Estado de S.Paulo

05 de junho de 2012 | 03h35

Com depoimento na CPI do Cachoeira marcado para hoje, a ex-chefe de gabinete do governador Perillo (PSDB-GO), Eliane Pinheiro, também solicitou habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal, para garantir o direito ao silêncio.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.