Justiça Federal recebe inquérito da Porto Seguro

A Polícia Federal concluiu o inquérito da Operação Porto Seguro e enviou à Justiça Federal na sexta-feira informações sobre o esquema de venda de pareceres infiltrado em órgãos federais e no gabinete da Presidência em São Paulo. A PF indiciou Rosemary Noronha, ex-chefe do gabinete regional da Presidência em São Paulo, também por formação de quadrilha - ela já era suspeita de falsidade ideológica, corrupção e tráfico de influência. Agora, cabe ao Ministério Público Federal analisar o inquérito e apresentar denúncia ou arquivar o caso.

O Estado de S.Paulo

09 de dezembro de 2012 | 02h06

O delegado federal Ricardo Hiroshi incluiu Rose na lista de supostos membros da quadrilha após analisar o material apreendido no escritório da Presidência em São Paulo. Para a PF, e-mails da ex-chefe de gabinete da Presidência apontaram "relação estável" entre ela e outros integrantes do esquema que, segundo a investigação, era comandado por Paulo Vieira, ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA).

Na semana passada, o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) disse no Congresso que não havia "uma quadrilha instalada no seio da Presidência", pois Rose não era suspeita desse crime.

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