Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Novo anuncia voto em Covas; veja como ficam apoios no 2º turno

Partido expulsou seu candidato no meio da campanha; na semana passada, prefeito recebeu apoio de Joice e Russomanno

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de novembro de 2020 | 13h59
Atualizado 28 de novembro de 2020 | 02h33

Depois de expulsar seu candidato, Filipe Sabará, no meio campanha na capital, o partido Novo anunciou nesta quinta-feira, 26, apoio ao prefeito e candidato à reeleição, Bruno Covas (PSDB).  "É mais um apoio que me deixa muito contente e feliz", disse Covas após uma carreata em Santana, na zona norte da capital.

Na semana passada, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL), sétima colocada na disputa eleitoral em São Paulo, com pouco mais de 98 mil votos, anunciou que ela e seu partido vão apoiar a candidatura de Covas. "O atual prefeito se comprometeu a incorporar a seu plano de governo diversas propostas do meu plano, entre elas a Lava Jato paulistana", diz Joice, em nota assinada em nome do diretório municipal da sigla.

Também na semana passada, Covas recebeu também o apoio do PSD, partido que lançou, no primeiro turno, a candidatura de Andrea Matarazzo, que terminou em oitavo, com pouco mais de 82 mil votos. Covas já tinha a maior aliança de partidos no primeiro turno, da qual fazem parte MDB e DEM, PP, PL, PSC e Pros. Na terça-feira, 17, o Republicanos, de Celso Russomanno, quarto colocado na eleição, com pouco mais de 560 mil votos, aderiu à campanha. Na quarta-feira, 18, foi a vez do Solidariedade.

Seu adversário, Guilherme Boulos (PSOL), recebeu na quarta-feira, 18, os apoios de PDT, que fazia parte da coligação de Márcio França (PSB), terceiro colocado, com pouco mais de 728 mil votos, e da Rede Sustentabilidade, que lançou Marina Helou, nona maior votação, com cerca de 22 mil votos. França e o PSB ainda não anunciaram qual será sua posição no segundo turno. 

O candidato do PSOL já havia recebido endosso do PT e de lideranças do PCdoB, como o candidato Orlando Silva, que recebeu 12 mil votos. O partido espera montar uma frente que tenha o apoio de nomes conhecidos do eleitorado, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede). 

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