Irregularidades vêm desde 2009

Os problemas administrativos do Senado ganharam destaque desde a volta de José Sarney (PMDB-AP) à sua presidência em 2009. Ele assumiu propondo uma reforma e até hoje não a fez. O escândalo dos atos secretos revelado pelo Estado mostrou que as irregularidades iam além das benesses a servidores. Decisões administrativas eram ocultadas para "proteger" seus responsáveis.

O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2011 | 03h07

O ex-diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, acusado de operacionalizar o esquema, perdeu o cargo - mas foi eleito deputado distrital do DF pelo PTC.

Nos últimos três anos o Senado andou a reboque do noticiário. Só depois de revelado o alto valor pago em horas extras a Casa adotou o ponto eletrônico. Neste ano, revelou-se que dezenas de funcionários da Casa recebem acima do teto do funcionalismo público, R$ 26,5 mil, que é o salário dos ministros do STF. / E.B. e R.C

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