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Haddad, Serra e Chalita comparam Russomanno a Pitta

Nos programas de rádio, principais candidatos usaram passado político atacar líder das pesquisas de intenções de voto

Guilherme Waltenberg, da Agência Estado

24 de setembro de 2012 | 09h22

Os principais candidatos a prefeito de São Paulo se uniram para atacar o atual líder nas pesquisas de intenção de voto, Celso Russomanno (PRB). Os candidatos José Serra (PSDB), Fernando Haddad (PT) e Gabriel Chalita (PMDB) usaram seus programas de rádio, transmitidos entre 7h e 7h30 desta segunda-feira, 24, para atacar o adversário do PRB.

O programa do petista Fernando Haddad usou depoimentos de entrevistados para comparar Russomanno ao ex-prefeito Celso Pitta (1997-2000), político lançado por Paulo Maluf e que teve a administração abalada por denúncias de corrupção.

"Com o Kassab (atual prefeito, Gilberto Kassab, PSD) já é ruim. Mais quatro anos de um governo como foi o Pitta - e esse rapaz, o Russomanno, está seguindo (para ser como Pitta) -, é asfixia, mata São Paulo. Depois leva 20 anos para recuperar", afirmou um suposto eleitor.

Haddad também usou seu direito de resposta, concedido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), contra o tucano José Serra, que disse ter encontrado apenas R$ 16 mil no caixa da Prefeitura quando assumiu, em 2005, ao suceder a petista Marta Suplicy.

O programa de Serra também comparou Russomanno a Pitta, sem citar o nome do adversário do PRB. Uma locutora perguntou ao candidato sobre o que pode acontecer se alguém sem experiência for eleito prefeito. O tucano respondeu: "Aconteceu isso com o Collor (Fernando Collor, presidente da República de 1990-1992) no Brasil. Aconteceu com o Pitta aqui em São Paulo e deu no que deu", afirmou Serra, em referência à falta de experiência de Russomanno em cargos no Executivo.

Chalita escalou a vice, a médica Marianne Pinotti, para criticar as propostas de saúde de Russomanno. "Tem candidato dizendo que médico vai ganhar um salário ótimo, maravilhoso. Mas nem assim ele vai conseguir fixar o médico. Porque o médico não quer só ganhar dinheiro, ele quer trabalhar em boas condições", afirmou Marianne. Em seguida, eles voltaram a veicular um diálogo entre dois supostos trabalhadores que comparam Russomanno a Pitta e ao atual prefeito Kassab, que tem baixos índices de aprovação.

Já Russomanno focou o seu programa em propostas para os idosos, assim como Eymael (PSDC). Soninha Francine (PPS) propôs a criação de passarelas sobre os rios Pinheiros e Tietê. E Paulinho da Força (PDT) voltou a fazer propostas para descentralizar São Paulo. Miguel Manso (PPL) criticou a gestão Kassab. Carlos Giannazi (PSOL), Levy Fidelix (PRTB) e Ana Luiza (PSTU) repetiram propaganda e Anaí Caproni (PCO) não apresentou programa.

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